aElipse

  • A primeira edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, em 2005, revelou um segredo bem guardado: para além de um ou outro autor cujo trabalho, de vez em quando, aparecia em fanzines, havia em Beja todo um valioso conjunto de autores. A tribo da banda desenhada que pela primeira vez se deslocava à…

  • Declaração de intenções: colaboro há quase vinte anos com o AmadoraBD, e tenho o festival da Amadora como o melhor festival português de banda desenhada.

  • Em 1992, o agora chamado Festival Internacional de Banda Desenhada volta a mudar de espaço, agora para a Fábrica da Cultura, as antigas instalações da Cometna cedidas à Câmara Municipal da Amadora para realizações de índole cultural, com possibilidades à altura dos seus cerca de 2700 m2.

  • BD e xilogravura E cultura popular Estes são alguns dos temas de que vou aqui falar Recorrendo à sextilha Que o cordel costuma usar. Este ano vem a Beja Antônio Klévisson Viana Um autor a descobrir Na planície alentejana É um dos autores presentes No próximo fim de semana. Nascido no Ceará Lá em Quixeramobim…

  • Interrompo a história do AmadoraBD porque, seguindo as conversas paralelas que atravessaram o aCalopsia nos últimos tempos, fui direcionado pelo Nuno Amado para um texto antigo dele que começava “O Pedro Mota…”. Fiquei um bocadinho assustado: será que estive na origem destas aprofundadas discussões sobre o comercial e o alternativo, ou sobre a moralidade do…

  • Ainda não foi em 1991 que o AmadoraBD ganhou dimensão e deixou a fase da infância.

  • Na contagem decrescente para a 25ª edição do maior e mais prestigiado festival internacional de banda desenhada que se realiza em Portugal (ainda que não faça tanta publicidade ao aCalopsia como o Anicomics), começo hoje a recontar a história do AmadoraBD.

  • Ao fim de seis meses de aElipse Pedro Mota leva a rubrica; o aCalopsia e a blogosfera aBalanço, em mais um crónica que não é sobre escondidinhos mas um ponto de partida.

  • Em 1999, armei-me em editor de banda desenhada e, com a cumplicidade do José Abrantes, lancei o n.º 0 da revista Boa Zona. Apesar do design do Miguel Rocha, e de histórias de autores como o José Carlos Fernandes, não passou daquele n.º 0.

  • Esta semana, não houve tempo para preparar um artigo original.