Cadernos AmadoraBD
Ao fim de 25 anos, não parece que continue a ser exigível que a Amadora se substitua a autores e editores na criação de uma aparência de mercado.
Ao fim de 25 anos, não parece que continue a ser exigível que a Amadora se substitua a autores e editores na criação de uma aparência de mercado.
Ao mesmo tempo que, na última crónica, eu questionava a necessidade de a Amadora definir se vai haver banda desenhada para além dos dias do AmadoraBD, a Câmara Municipal enviava o convite para a inauguração da nova bedeteca da Amadora.
Na altura em que decorre o último fim de semana do festival, já é possível identificar alguns destaques.
À 25.ª edição, o AmadoraBD corrige alguns dos seus vícios mais crónicos.
O facto de estar a escrever esta crónica antes da inauguração do 25.º AmadoraBD, sabendo que ela vai ser publicada já depois da inauguração, levou-me a escolher o tema com algum cuidado.
Recupero o artigo que escrevi para o catálogo da edição de 2003 do festival.
Durante vários anos, a Amadora não contava com os comics norte-americanos, centrando a sua oferta nos álbuns franco-belgas.