Recordando Books of Magic
Inicio este olhar sob um comic que apesar de ser de referência está hoje um pouco esquecido com um outro tipo de olhar atrás.
Inicio este olhar sob um comic que apesar de ser de referência está hoje um pouco esquecido com um outro tipo de olhar atrás.
Na sequência da minha crónica sobre críticos e divulgadores de BD, alguns valiosos comentários sublinharam a necessidade de olhar também para o que é, hoje, o autor português de banda desenhada.
Se fizermos uma breve passagem pelos sítios, blogues e demais páginas da internet onde se escreve sobre banda desenhada, tiramos duas conclusões.
Recordando Umberto Eco, investigador e romancista italiano recentemente falecido, também reconhecido admirador de Banda Desenhada.
Numa história sombria e com uma intriga perturbadora, Kraven, o Caçador transforma-se no seu grande arqui-inimigo, o Homem-Aranha, pelas mãos de J.M.DeMatteis, Mike Zeck e Bob McCleod.
Num “post” no blogue Kuentro, Machado-Dias critica as mais recentes exposições que têm sido promovidas pelo Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) nos seguintes termos:
Coimbra tem uma forte ligação à banda desenhada. É a cidade dos argumentistas, divulgadores e investigadores João Ramalho Santos e João Miguel Lameiras, da extinta editora Witloof, e da loja Dr. Kartoon.
A propósito da distinção de Hermann como vencedor do Grand Prix de Angoulême de 2016, numa altura em que a série Bernard Prince foi parcialmente reeditada em Portugal, retomo um artigo publicado há quinze anos, na sequência da conferência do consagrado autor belga no AmadoraBD 2001.
A recente conferência “Como Entrei para O MOSQUITO”, realizada por José Ruy na nova sede do Clube Português de Banda Desenhada no âmbito das comemorações, organizadas pelo Clube, do 80.º aniversário d’O Mosquito, levanta-me algumas questões, também ligadas ao projeto da cidade da Amadora enquanto capital portuguesa da banda desenhada.
Depois de, em 2015, alguns divulgadores de BD não terem alcançado a razão de a Amadora estar a homenagear as personagens Quim & Manecas, aqui deixo uma explicação a fundamentar a razão pela qual a cidade deve, em 2016, homenagear a personagem Lucky Luke e o seu criador.