Crónicas
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Em 70 anos de carreira conjunta na banda desenhada, José Ruy e José Garcês partilham muitos aspetos comuns e apresentam muitos traços distintivos, que fazem do conjunto das respetivas obras dois percursos muito pessoais.
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A propósito da justa homenagem patente na Biblioteca Nacional, recupero, com adaptações e atualizações, um artigo publicado na extinta Selecções BD
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As aventuras do Major Alvega, na edição fac-similada da revista Falcão #577, editada em conjunto com a revista Visão em formato coleccionável, recordam ao público leitor dos dias de hoje um herói que fez as delícias dos seus avós.
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Com a renovação do conceito de exposição de banda desenhada, não foi só a forma de mostrar BD que se transformou: a banda desenhada passou a ser apresentada em locais onde pouco entrava, desde logo nos museus.
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Hoje recordei-me da história da abordagem de Andrade ao mercado norte-americano (até encontrar o seu merecido lugar de destaque), tal como ele me relatou em 2011, em entrevista para o catálogo do AmadoraBD.
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Inicio este olhar sob um comic que apesar de ser de referência está hoje um pouco esquecido com um outro tipo de olhar atrás.
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Na sequência da minha crónica sobre críticos e divulgadores de BD, alguns valiosos comentários sublinharam a necessidade de olhar também para o que é, hoje, o autor português de banda desenhada.
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Se fizermos uma breve passagem pelos sítios, blogues e demais páginas da internet onde se escreve sobre banda desenhada, tiramos duas conclusões.
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Recordando Umberto Eco, investigador e romancista italiano recentemente falecido, também reconhecido admirador de Banda Desenhada.
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Numa história sombria e com uma intriga perturbadora, Kraven, o Caçador transforma-se no seu grande arqui-inimigo, o Homem-Aranha, pelas mãos de J.M.DeMatteis, Mike Zeck e Bob McCleod.