Prémios Amadora BD 2017: O Desprestígio da Amadora
Existem prémios que prestigiam, outros só trazem desprestigio a quem os vence devido às anomalias recorrentes.
Existem prémios que prestigiam, outros só trazem desprestigio a quem os vence devido às anomalias recorrentes.
Sérgio Godinho e Corto Maltese cruzam-se na Tormenta do ABD
O director do festival da Amadora merece um prémio pelo seu desempenho.
Acrescente edição de banda desenhada japonesa em português está muito focada para públicos juvenis, e as direcionadas para leitores mais conhecedores apostam de forma conservadora em autores clássicos, dentro de gostos mainstream, muito próximos dos europeus.
É aquela altura do ano em que uma pessoa se diverte com os disparates e incongruências do PNBD.
Em Angola, no passado dia 10 de Novembro, o Núcleo de Jovens Angolanos de Banda Desenhada, que integra os autores Olímpio de Sousa, Lindomar de Sousa e Tché Gourgel, foi distinguido com o Prémio Nacional de Cultura e Artes, na disciplina de Artes Plásticas.
A edição deste ano do Amadora BD permitiu-me conhecer pessoalmente os organizadores do Comic Con Portugal, e perceber um pouco melhor o conceito.
Na última semana, atrasei-me na entrega desta crónica. Durante o fim de semana, um inspirador zapping levou-me até ao programa Os Pesadelos de Ramsay, e percebi que me tinha atrasado por uma boa razão: agora, podia escrever sobre o que tinha visto.
Há uns tempos, escrevi aqui neste espaço que A BD de José Ruy é uma BD de causas, muitas vezes reconhecendo heróis improváveis, sempre profundamente humanos. O novo álbum, com lançamento no âmbito do Amadora BD, é mais um exemplo desta BD de autor.
A edição de 2016 do Amadora BD, festival internacional de banda desenhada da Amadora é, seguramente, uma das menos bem conseguidas.