Crónicas
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É aquela altura do ano em que uma pessoa se diverte com os disparates e incongruências do PNBD.
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Em Angola, no passado dia 10 de Novembro, o Núcleo de Jovens Angolanos de Banda Desenhada, que integra os autores Olímpio de Sousa, Lindomar de Sousa e Tché Gourgel, foi distinguido com o Prémio Nacional de Cultura e Artes, na disciplina de Artes Plásticas.
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A edição deste ano do Amadora BD permitiu-me conhecer pessoalmente os organizadores do Comic Con Portugal, e perceber um pouco melhor o conceito.
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Na última semana, atrasei-me na entrega desta crónica. Durante o fim de semana, um inspirador zapping levou-me até ao programa Os Pesadelos de Ramsay, e percebi que me tinha atrasado por uma boa razão: agora, podia escrever sobre o que tinha visto.
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Há uns tempos, escrevi aqui neste espaço que A BD de José Ruy é uma BD de causas, muitas vezes reconhecendo heróis improváveis, sempre profundamente humanos. O novo álbum, com lançamento no âmbito do Amadora BD, é mais um exemplo desta BD de autor.
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A edição de 2016 do Amadora BD, festival internacional de banda desenhada da Amadora é, seguramente, uma das menos bem conseguidas.
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Os títulos clássicos seleccionados são os incontornáveis como demonstração do que era a BD juvenil do século XX, mas as edições de facto ressuscitadas da poeira dos arquivos não foram, talvez, as melhores escolha
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Esta semana vamos abordar a discussão que existe em torno da adaptação de obras literárias.
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No “making of” do novo álbum de Dog Mendonça, reconhece-se que seria de esperar que “este pequeno burgo fosse demasiado pequeno” para as aventuras do herói, mas que, à data da escrita do primeiro guião, Filipe Melo “não esperava que pudessem chegar tão longe”.
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Depois do jornal Público e da revista Visão, é a vez do jornal Correio da Manhã promover a banda desenhada com a sua edição, apresentando a coleção Super-Heróis da História de Portugal, de Artur Correia e António Gomes de Almeida.