Dia um, sábado, 31 de Maio
Oficialmente marcada a inauguração do festival para as 14:30, o festival efectivamente começou no dia anterior e na manhã de sábado com encontros informais um pouco por toda a cidade. O ambiente relaxado e a informalidade reinante levaram a encontros improváveis entre visitas à Beja Romana (que decorreram entre sexta e domingo) e almoços entre visitantes do festival e autores.
Com um dia recheado de apresentações de novidades editoriais, o destaque do festival recai forçosamente pela quantidade de autores brasileiros que estiveram presentes. Representando o país de Paraná ao Ceará passando por São Paulo, a diversidade de temáticas e estilos dos brasileiros foi uma excelente montra da riqueza cultural que a nona arte goza no país. Houve diversas conversas com estes numa programação tão preenchida que se tornou impossível estar presente em tudo.
Das apresentações e lançamentos, destaque para As Serpentes de Água, Tiras do Baralho! e Living Will e ainda Yeshuah – Onde tudo está, o único lançamento brasileiro na programação.
Não faltou a habitual sessão de autógrafos entre autores que estavam na programação e outros, visitantes do festival, que aproveitaram a deixa de alguns fãs para assinarem livros e desenharem.
Destaque ainda para duas entregas de prémios, o anúncio dos vencedores dos Prémios Profissionais de Banda Desenhada 2014 e o Prémio Geraldes Lino 2014, atribuído a José Smith Vargas.
Houve direito também música durante a sessão de autógrafos com actuação d’Os Bubedanas com o tradicional cante alentejano e, de noite, concerto do mítico Jibóia e DJ Nuno Thrasher a anteceder o tradicional filme de terror e caldo verde servido aos resistentes.
