O CPBD e a BD para Malta Jovem
Num “post” no blogue Kuentro, Machado-Dias critica as mais recentes exposições que têm sido promovidas pelo Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) nos seguintes termos:
Num “post” no blogue Kuentro, Machado-Dias critica as mais recentes exposições que têm sido promovidas pelo Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) nos seguintes termos:
Coimbra tem uma forte ligação à banda desenhada. É a cidade dos argumentistas, divulgadores e investigadores João Ramalho Santos e João Miguel Lameiras, da extinta editora Witloof, e da loja Dr. Kartoon.
A propósito da distinção de Hermann como vencedor do Grand Prix de Angoulême de 2016, numa altura em que a série Bernard Prince foi parcialmente reeditada em Portugal, retomo um artigo publicado há quinze anos, na sequência da conferência do consagrado autor belga no AmadoraBD 2001.
A recente conferência “Como Entrei para O MOSQUITO”, realizada por José Ruy na nova sede do Clube Português de Banda Desenhada no âmbito das comemorações, organizadas pelo Clube, do 80.º aniversário d’O Mosquito, levanta-me algumas questões, também ligadas ao projeto da cidade da Amadora enquanto capital portuguesa da banda desenhada.
Depois de, em 2015, alguns divulgadores de BD não terem alcançado a razão de a Amadora estar a homenagear as personagens Quim & Manecas, aqui deixo uma explicação a fundamentar a razão pela qual a cidade deve, em 2016, homenagear a personagem Lucky Luke e o seu criador.
A conferência realizada no passado dia 19 de Dezembro, na nova sede do Clube Português de Banda Desenhada, com José Ruy, a propósito da adaptação à BD da Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto, foi de grande interesse.