ABD

  • Ainda não foi em 1991 que o AmadoraBD ganhou dimensão e deixou a fase da infância.

  • Na contagem decrescente para a 25ª edição do maior e mais prestigiado festival internacional de banda desenhada que se realiza em Portugal (ainda que não faça tanta publicidade ao aCalopsia como o Anicomics), começo hoje a recontar a história do AmadoraBD.

  • Hergé: 289 mil euros; Albert Uderzo: 193 mil euros; André Franquin: 157 mil euros. Os originais de BD andam mesmo caros!

  • Uma crítica recorrente que se faz à organização do AmadoraBD é a seguinte: todos os anos, aparecem na Amadora autores de banda desenhada com pouca ou nenhuma obra publicada por editoras portuguesas.

  • A mostra que o AmadoraBD dedicou, na edição de 2013, ao autor japonês Yoshiyasu Tamura constituiu a primeira vez que foram apresentados ao público originais de mangá (BD japonesa) na Amadora.

  • Património

    A cidade da Amadora não se envolve tanto quanto poderia nas iniciativas ligadas a esta forma de linguagem, nem sente (globalmente considerada) um impacto significativo na economia local em virtude da sua ligação à BD, e que se poderia esperar face, por exemplo, à organização de um festival de BD que acolhe cerca de trinta…

  • No passado dia 21 de Novembro, o jornal Público dedicou duas páginas à banda desenhada nacional.

  • O livro de banda desenhada é cada vez mais difícil de vender. Esta evidência constitui um obstáculo a qualquer projecto que uma cidade queira empreender em torno desta forma de linguagem.

  • Comunicação

    A recente divulgação da inauguração do Parque BD – Turma da Mônica, no boletim municipal da Câmara Municipal da Amadora, dava conta do projecto da cidade em torno da criação de espaços verdes, mas ignorava quase em absoluto o projecto de banda desenhada. A cidade da Amadora tem um extraordinário trabalho de quase vinte cinco…

  • Circuitos

    Uma frase célebre da história da banda desenhada, vem da série Pogo, do genial Walt Kelly: “I have met the enemy and he is us”.