História do AmadoraBD: 1997
Em 1997, o AmadoraBD apresentou pela primeira vez, no palco principal da Fábrica da Cultura, dois pisos de exposições.
Em 1997, o AmadoraBD apresentou pela primeira vez, no palco principal da Fábrica da Cultura, dois pisos de exposições.
O AmadoraBD de 1996, mais do que um festival de autores, foi um festival de nações. Em destaque estavam, além de Portugal, o Brasil, a Finlândia, os Estados Unidos da América, a ex-URSS e, sobretudo, o Japão.
O AmadoraBD de 1995 teve um dos melhores cartazes em termos de autores: Milo Manara (Itália), Régis Loisel (França), Lee Hyun Se (Coreia), Iron (Espanha), Jaime Martin (Espanha), Maurício de Sousa (Brasil), Art Spiegelman (E.U.A)… Continue reading História do AmadoraBD: 1995
Em 1994, o AmadoraBD figurou como iniciativa paralela no programa de Lisboa ’94 – Capital Europeia da Cultura.
1993 é o ano em que o AmadoraBD estabiliza a sua muito alta fasquia, consolidando os objetivos da atenção da comunicação social, e da projeção internacional
Em 1992, o agora chamado Festival Internacional de Banda Desenhada volta a mudar de espaço, agora para a Fábrica da Cultura, as antigas instalações da Cometna cedidas à Câmara Municipal da Amadora para realizações de índole cultural, com possibilidades à altura dos seus cerca de 2700 m2.
Ainda não foi em 1991 que o AmadoraBD ganhou dimensão e deixou a fase da infância.
Na contagem decrescente para a 25ª edição do maior e mais prestigiado festival internacional de banda desenhada que se realiza em Portugal (ainda que não faça tanta publicidade ao aCalopsia como o Anicomics), começo hoje a recontar a história do AmadoraBD.
Hergé: 289 mil euros; Albert Uderzo: 193 mil euros; André Franquin: 157 mil euros. Os originais de BD andam mesmo caros!