Crónicas do Escondidinho: Made In Calçada
Em 1999, armei-me em editor de banda desenhada e, com a cumplicidade do José Abrantes, lancei o n.º 0 da revista Boa Zona.
Em 1999, armei-me em editor de banda desenhada e, com a cumplicidade do José Abrantes, lancei o n.º 0 da revista Boa Zona.
Neste ano de 2002 a Amadora recupera decisivamente toda a sua importância e prestígio nacional e internacional.
A edição de 2001 do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora (AmadoraBD) teve início no dia 19 de Outubro de 2001, englobando diversas exposições em diferentes locais da cidade da Amadora.
Em comentário à minha última crónica, o internauta Cesário escreve o seguinte:
É sabido, porque foi divulgado pelo Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) que o município da Amadora lhe cedeu as antigas instalações do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI), e que, a partir das possibilidades desse novo espaço, o renovado CPBD começa a preparar um novo fôlego.
Por obra do acaso, o aCalopsia publicou a minha crónica “E a Amadora mexe”, e o eco da mensagem de Mário Freitas sobre os Prémios Profissionais de Banda Desenhada, no espaço de poucos dias.
Estabelecendo importantes pontos de partida para a evolução tecnológica, com invenções como a pólvora, a bússola ou a imprensa (apesar do crédito dado a Gutenberg), os chineses determinaram, num determinado período da sua história, uma paragem no desenvolvimento (semelhante às paragens de gregos e romanos que permitiram o avanço dos bárbaros), em boa parte causado pela ameaça de uso indevido daquelas extraordinárias invenções (em especial, naturalmente, a pólvora).