Zeca Afonso – Balada do Desterro, de Teresa Moure e Maria João Worm.

A Teresa Moure, galega, escreve a história; a Maria João Worm, portuguesa, ilustra-a, ambas sentem fascínio por aquele homem que cantava causas políticas. Mas, entre palavras e silhuetas, ambas tecem uma rede para sustentar um Zeca mais íntimo do que habitualmente os seus camaradas lembram.

Porque, às vezes, os grandes nomes da história aparecem no momento certo e nas circunstâncias propícias para serem considerados símbolos, mesmo ao seu pesar. Porém, antes de se tornar o cantor famoso que deu voz à Revolução dos Cravos, o Zeca também foi um menino que cresceu em terras africanas, um homem que se impregnou nas suas viagens das cores de muitas terras.

Num concerto na Galiza, onde foi venerado, conversa com a sua amiga Begónia Moa e começa a desvendar alguns segredos.

Zeca Afonso – Balada do Desterro, na semana passada, quando se assinalam os 94 anos do nascimento do autor e cantor português e é uma edição da Tradisom, numa parceria com o ramo editorial do Centro Galego de Música Popular aCentral Folque.

Zeca Afonso – Balada do Desterro, com texto de Teresa Moure e ilustrações de Maria João Worm, é uma novela gráfica publicada pela Tradisom. A edição, em capa dura, reúne 192 páginas a cores, apresenta o formato de 173 × 247 mm, tem o ISBN 9788412286779 e um preço de venda ao público recomendado de 30,00 €.

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