História do AmadoraBD: 1991
Ainda não foi em 1991 que o AmadoraBD ganhou dimensão e deixou a fase da infância.
Ainda não foi em 1991 que o AmadoraBD ganhou dimensão e deixou a fase da infância.
Na contagem decrescente para a 25ª edição do maior e mais prestigiado festival internacional de banda desenhada que se realiza em Portugal (ainda que não faça tanta publicidade ao aCalopsia como o Anicomics), começo hoje a recontar a história do AmadoraBD.
Ao fim de seis meses de aElipse Pedro Mota leva a rubrica; o aCalopsia e a blogosfera aBalanço, em mais um crónica que não é sobre escondidinhos mas um ponto de partida.
Em 1999, armei-me em editor de banda desenhada e, com a cumplicidade do José Abrantes, lancei o n.º 0 da revista Boa Zona. Apesar do design do Miguel Rocha, e de histórias de autores como o José Carlos Fernandes, não passou daquele n.º 0.
Uma crítica recorrente que se faz à organização do AmadoraBD é a seguinte: todos os anos, aparecem na Amadora autores de banda desenhada com pouca ou nenhuma obra publicada por editoras portuguesas.
Um dos problemas com que se debate uma cidade como a Amadora no desenvolvimento de um projeto em torno da banda desenhada é o inesperado desenvolvimento do mercado de originais na Europa francófona.