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SUMMARY:José Mendes: Humor\, crítica social e história em vinhetas
DESCRIPTION:A Bedeteca dos Olivais\, em Lisboa\, recebe até 22 de outubro de 2026 uma exposição dedicada ao trabalho do autor e ilustrador José Mendes. A mostra reúne uma selecção de trabalhos realizados ao longo dos últimos três anos e apresenta diferentes áreas da sua produção\, entre banda desenhada\, ilustração e desenho. \nAlém das obras concluídas\, a exposição inclui estudos\, esboços e desenhos preparatórios\, permitindo acompanhar diferentes etapas do processo de criação\, desde as primeiras ideias até à concretização das páginas finais. Estão também presentes histórias completas\, possibilitando observar a construção das narrativas e das personagens. \nEntre os trabalhos apresentados encontram-se propostas com diferentes temas\, incluindo viagens espaciais\, brinquedos\, um lagarto corredor\, estudos sobre abóboras e uma colecção de caretas\, revelando a variedade de abordagens presentes no trabalho do autor. \nA exposição pode ser visitada na Bedeteca dos Olivais\, integrada na Biblioteca dos Olivais\, de terça-feira a sábado\, das 10h00 às 18h00\, com entrada livre.
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LOCATION:Biblioteca dos Olivais\, Palácio do Contador-Mor\, Rua Cidade de Lobito\, Lisboa\, Lisboa\, 1800-088\, Portugal
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SUMMARY:Exposição Caderno de Memórias Coloniais
DESCRIPTION:Esta não é a primeira vez que Júlia Barata mostra o seu trabalho na Tinta nos Nervos. As pranchas longilíneas de Família foram mostradas acompanhando o lançamento do respectivo livro (editado pela Chili com Carne)\, e nelas sobressaia a enorme liberdade com que a artista articulava toda a narrativa\, sem grelhas ou enquadramentos muito estritos\, com desdobramentos de personagens que ocupavam o espaço com uma fluência que parecia acompanhar o correr do pensamento pelo registo aparentemente imediatista do traço e da coloração. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nAgora Júlia Barata regressa com novos desenhos\, as pranchas integrais da adaptação\, a banda desenhada\, do Caderno de Memórias Coloniais\, de Isabela Figueiredo\, com quem trabalhou em estreita colaboração e a seu convite\, para reformular o livro originalmente editado em 2009 e\, mais tarde\, em 2015\, pela Caminho que assegura igualmente a edição do Caderno ilustrado. \n\n\n\nNum relato forte e desassombrado\, as memórias da escritora\, que nasceu e cresceu em Moçambique durante o período colonial\, são revisitadas e questionadas com a distância dos anos pós-independência e a lonjura geográfica de um contexto renovado. \n\n\n\nPara a construção de um caderno gráfico de memórias a partir do livro foi necessário depurar o original de modo a ancorar o novo relato em pedaços biográficos\, episódios reflexivos chave que serviram de base à concepção e manuseio da arquitectura visual\, num processo sempre discutido a par. \n\n\n\nÀ densidade descritiva\, pessoal e contextual da escrita de Isabela Figueiredo\, Júlia Barata acrescentou camadas de leitura. E estas prendem-se com o modo como construiu a sequenciação do que é narrado (uma imagem-vinheta por página com grandes pedaços de texto) e de todo o ambiente\, através de aspectos como: a angulação das cenas e enquadramentos que intensificam o dramatismo; a caracterização dos personagens que partindo do real se tornam\, pelo desenho\, passiveis de representar tantos outros intervenientes anónimos; o modo dinâmico como os personagens por vezes se desdobram no tempo\, nas falas dentro da mesma vinheta; o cromatismo utilizado como totalidade ou pontuação significativa na página em que o desenho se traça a linha de caneta; o recurso à aguarela e à aguada que envolve ou por vezes isola os personagens numa espécie de nevoeiro ou enfoque cenográfico que\, em termos materiais\, sustém a narrativa numa fisicalidade quase palpável\, intensa e próxima do leitor. \n\n\n\nA exposição organiza-se de forma a criar a sequenciação completa das pranchas para que seja dada a possibilidade ao visitante de não apenas selecionar pedaços do enredo mas de se embrenhar nele\, numa relação fisicamente diversa da que acontece ao folhear o livro. “Gostava que se conseguisse ler o livro todo. Vai ser um momento único porque depois as pranchas começarão a ser dispersas e esta experiência desaparece com o final da exposição” referiu a artista. Ficará a novela gráfica\, acessível a todos os públicos. \n\n\n\nJúlia Barata (Coimbra\, 1981)\n\n\n\nArquiteta e ilustradora\, reside em Buenos Aires. Autora das novelas gráficas Família (Chili com Carne)\, Gravidez e Quotidiano de Luxo (Tigre de Papel). Expôs em Bienal de San Juan\, Salón Nacional de las Artes (3° prémio desenho 2022\, Argentina)\, UIVO mostra de ilustração da Maia (PT)\, Centro Cultural de la memória Haroldo Conti\, CC recoleta\, Museu do Humor (Argentina). Faz animação experimental (premiada IndieLisboa 2022\, PortoFemme 2023). Docente de workshops e da FADU- Universidade de Buenos Aires (cátedra Ilustración Roldán). \n\n\n\nIsabela Figueiredo (Lourenço Marques Maputo\, 1963) \n\n\n\nEscritora e jornalista\, Isabela Figueiredo nasceu em Lourenço Marques\, Moçambique\, hoje Maputo\, em 1963\, filha de portugueses oriundos da zona Centro-Oeste de Portugal. Após a independência de Moçambique\, em 1975\, rumou a Portugal. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas\, variante de Estudos Portugueses\, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Especializou-se em Estudos sobre as Mulheres na Universidade Aberta. Trabalhou como jornalista no Diário de Notícias entre 1988 e 1994\, onde foi também coordenadora do suplemento DN Jovem. Foi professora de português no ensino secundário. Escreveu Caderno de Memórias Coloniais\, cuja edição francesa foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro\, e A Gorda\, obra que recebeu o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues. Estas duas obras alcançaram grande êxito junto do público e da crítica\, especialmente em Portugal\, sendo constantemente reimpressas.
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LOCATION:Tinta nos Nervos\, Rua da Esperança 39\, Lisboa\, Lisboa\, 1200-655\, Portugal
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SUMMARY:A Arte de Jayme Cortez
DESCRIPTION:A Casa da Cultura de Beja recebe\, entre 12 de setembro e 31 de outubro\, a exposição A Arte de Jayme Cortez\, integrada nas comemorações do centenário do nascimento de um dos nomes mais importantes da história da banda desenhada portuguesa e brasileira. \n\n\n\nNascido em Lisboa\, em 1926\, Jayme Cortez iniciou o seu percurso artístico na revista O Mosquito\, antes de partir para o Brasil\, onde viria a desenvolver uma carreira marcante como ilustrador\, capista e autor de banda desenhada. Embora tenha trabalhado em diferentes áreas\, foi sobretudo no terror e no fantástico que deixou uma das suas marcas mais fortes\, tornando-se uma referência para várias gerações de autores. \n\n\n\nA exposição reúne cerca de 80 obras\, entre desenhos\, ilustrações e pranchas de banda desenhada\, sendo constituída maioritariamente por originais.  \n\n\n\n\n\n\n\nEm Portugal\, a Polvo iniciou uma coleção dedicada à obra de Jayme Cortez\, que conta já com dois volumes: Zodíako\, uma das suas obras mais conhecidas\, e O Terror Negro\, que reúne a sua produção no campo da banda desenhada de terror. \n\n\n\nA exposição A Arte de Jayme Cortez constitui assim uma oportunidade para conhecer de perto uma parte significativa do trabalho de um autor cuja carreira atravessou dois países e diferentes áreas da ilustração e da banda desenhada\, mantendo uma influência particularmente forte no género fantástico e de terror.
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SUMMARY:Fórum Fantástico 2026
DESCRIPTION:Os preparativos para a EuroCon 2027 podem estar a decorrer mas 2026 não podia passar sem mais uma edição do Fórum Fantástico! De 9 a 11 de outubro de 2026\, na Biblioteca Orlando Ribeiro em Telheiras\, regressa uma das mais antigas convenções dedicadas ao Fantástico nas artes. O programa será anunciado em breve.
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SUMMARY:Feira Raia 12
DESCRIPTION:Feira de edição independente
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SUMMARY:Amadora BD 2026
DESCRIPTION:80 anos de Lucky Luke — exposição com originais de Morris.\n\n\n\n80 anos de Blake & Mortimer — exposição dedicada ao trabalho de Peter Van Dongen.\n\n\n\n65 anos do Quarteto Fantástico — com Ryan North e Iban Coello.\n\n\n\n40 anos de Dylan Dog.\n\n\n\n25 anos de Menino Triste — de João Mascarenhas.\n\n\n\nGuy Delisle — retrospetiva dedicada ao autor canadiano\, que estará presente no festival.\n\n\n\nAs Linhas que Traçam o Meu Corpo — com a presença de Mansoureh Kamari.\n\n\n\nAs Raparigas de Salém — de Thomas Gilbert.\n\n\n\nShi – Ciclo Um — com participação de Joseph Homs.\n\n\n\nCrónicas de Enerelis — de Patrícia Costa.\n\n\n\n\n \n\n\n\nInformações adicionais na etiqueta Amadora BD 2026.
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