Aviso à população!Esta é daquelas crónicas que causam vómitos e repulsa, mas, tendo em conta o sujeito em questão, outra reacção é inevitável.
“Que fazer?” – É com esta declaração da impotência dos incompetentes que termina a última actualização realizada no site da Bedeteca de Lisboa, em 05 de Julho de.2012. O site já se encontrava inactivo desde 31 de Março de 2011, excepto para uma actualização em 06 de Maio de 2011 (para promover a Feira Laica). A última actualização do site bedeteca.com tem como objectivo redireccionar os visitantes para dois sites: Bedeteca Ideal e Bedeteca Anónima.
É neste último que, à guisa de divulgação da BD e de serviço público dedicado à BD, o bibliotecário anónimo se dedica à arte do insulto anónimo. Este bibliotecário virtual que se assume como “utilizador anónimo”, é o mesmo anónimo responsável pelos blogs da Feira Laica e (obviamente) da Bedeteca Ideal.
A Bedeteca (Anónima) é um refúgio de um utilizador, perdão, bibliotecário anónimo – sejamos frontais: és tu, não és Marquinhos? Ora, como ia eu dizer: a Bedeteca Anónima é o refúgio de um bibliotecário anónimo que gosta de cuspir veneno, mas nem com a cobertura do anonimato é capaz de assumir posições.
(…) apesar do sítio aCalopsia ser uma bacia dos patos Disney e tanta outra péssima divulgação “bedófila” (…)”
A divulgação do aCalopsia foi péssima, depois o “péssima” desapareceu e a bacia passou a ser “porca”. Foi fruto do meu comentário não publicado, ou foi outra pessoa que te puxou a orelhas, Marquinhos? Sinceramente, é irrelevante – os tomates não nascem em todas as hortas e já se sabe que a horta Farrajota nunca teve tomates.
Sem outra edição, o insulto até outra edição é o seguinte:
(…) apesar do sítio aCalopsia ser uma bacia porca dos patos Disney e tanta outra divulgação “bedófila”(…)
Como eu tenho uma queda pelas gralhas, devo salientar que “bedófilo” não é gralha, é um trocadilho entre bedéfilo e pedófilo, que o Marcos Farrajota e outros (ao que parece) gostam de usar, para brindar as pessoas que não lhes agradam. Honestamente, não percebi a piada, mas devo dizer sem sombra de dúvidas que o Marcos Farrajota é um grande bedófilo!
Curiosamente, o bedófilo parece não ter reparado nos autores nacionais que são por aqui divulgados, apesar de não terem de pagar dízimo ou estar nas boas graças do presidente. Alguns dos quais raramente, ou nunca são mencionados na isenta Bedeteca do Insulto Anónimo, talvez por não oferecem exemplares para a dita, mas sobre isso já falaremos mais adiante.
A Informação Oficiosa da Bedeteca
A Bedeteca de Lisboa é um bom exemplo do despesismo público e da inércia de alguns funcionários públicos. A Bedeteca de Lisboa paga o domínio do site www.bedeteca.com, a Bedeteca de Lisboa paga o alojamento do site www.bedeteca.com. Qual é o problema em instalar o WordPress, que é gratuito, e o nosso bibliotecário anónimo brindar-nos com um site da Bedeteca de Lisboa oficial e que sirva realmente para divulgar a BD nacional? Quer dizer, a divulgação que o nosso anónimo, (quase) quarentão (mas já) ressabiado, faz na sua Bedeteca Anónima podia realizar num veículo oficial da Bedeteca de Lisboa que, apesar de não ter os recursos de outro tempo, podia ainda ter uma voz activa na divulgação da BD.
O site da Bedeteca estar parado e o Anónimo andar a escrever para um veículo oficioso da Bedeteca de Lisboa, não só é estúpido, como é desperdício de recursos humanos e financeiros.
O bibliotecário anónimo prefere ficar escudado no anonimato, usando o nome da instituição estatal para a qual trabalha, a mandar bocas foleiras, do que realizar um projecto de “boa divulgação bedéfila” através da instituição estatal que lhe paga o ordenado e que, mesmo com um orçamento mais baixo que em outras épocas, poderia fazer um melhor trabalho na divulgação da BD.
Mas o nosso anónimo bibliotecário também está envolvido em acesa luta politíca (anónima) contra o “Rei dos Pilaretes”!
O Funcionário da Junta que gosta de insultar o Presidente da Câmara
“Um mimo esta Bedeteca de Lisboa que este mês passa para a Junta de Freguesia dos Olivais. O Rei Socialista dos Pilaretes cagou bem prá BD!”
A Bedeteca Anónima, fundada em Dezembro de 2011, não é só um veículo do bedófilo ressabiado, é também um meio de activismo político (anónimo) em campanha contra o “Rei dos Pilaretes” – alcunha com que baptizou o actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa: António Costa, “o Judas da (inter) cultura”, cuja política cultural é “um verdadeiro carnaval” e que deixou “Lisboa a cheira[r] a mijo”!. Relendo os relatos do bedófilo anónimo, o “Rei” é o seu grande arqui-inimigo contra o qual trava uma inglória batalha (anónima), qual D. Quixote lutando contra moinhos de vento, que incarnou Spínola e clamou pelo erguer da maioria silenciosa para dar a cara (que ele mantém no anonimato).
A causa até era nobre: O não “desmantelamento da rede pública de Bibliotecas da Câmara Municipal de Lisboa”.
Contudo, parece que o “Rei de Las Vegas.pt” (o Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa) não ouviu as palavras do anónimo utilizador, perdão bibliotecário. E no final do dia, aconteceu a mudança da Bedeteca para as mãos da Junta que até fez umas melhorias, que parece que não são do agrado do bedófilo…
De resto, a Bedeteca está com uma nova iluminação que lembra o cantinho no Checkpoint Charlie onde os soldados iam mijar. São estas as melhorias deste equipamento que entretanto passou prás mãos da Junta de Freguesia dos Olivais…”
O triste é que o tema até é de interesse público e deveria ter sido debatido e falado. Contudo, o tom anónimo da Bedeteca do Insulto não é para agitar as águas: é o desabafo desesperado de um funcionário público que foi assistindo (e sobrevivendo) à permanente redução de importância da Bedeteca e agora teme que, na próxima reestruturação, seja a sua vez de ser despedido.
É que a Bedeteca, já não é Bedeteca nem de Lisboa.
O Declínio da Bedeteca de Lisboa
Faz hoje 18 anos que existe a Bedeteca de Lisboa – fundada pelo Dr. João Soares, em 1996. Nada a comemorar, desde 2006 que esta instituição dedicada à BD e ilustração deixou de fazer grandes eventos (Salão Lisboa e Ilustração Portuguesa). Desde 2010 que deixou de fazer pequenos eventos (as exposições ou as Feiras Laicas). Já antes já nem deixavam usar o logótipo ou mesmo a designação “Bedeteca de Lisboa” – chamam-lhe “serviço Bedeteca” da Biblioteca Municipal dos Olivais. Xungaria!
Desde 2014 que já nem é da CML mas da Junta de Freguesia dos Olivais, graças ao Rei Socialista dos Pilaretes. É um aniversário tão triste como quando se é “teenager” e faz-se 18 anos cheio de borbulhas na cara, estupidez no coração e hormonas em descontrolo pelos genitais a fora… Parabéns ó Bedeteca! Apesar de tudo sempre te preferimos decadente do que as outras iniciativas “bedófilas”.
São as palavras amargas que o bibliotecário anónimo utilizou para celebrar o 18º Aniversário da Bedeteca de Lisboa, perdão, do serviço Bedeteca da Biblioteca Municipal dos Olivais, a instituição onde trabalha e que lhe permite ser (uma espécie de) profissional da BD – independente e alternativo – pago pelo estado.
A Hipocrisia do Marcos
O meu problema com o Marcos Farrajota é só um: chamei-lhe, e considero-o, hipócrita. Nos fanzines Aardvark e Bizarro que editei, publiquei umas crónicas do Marcos Farrajota, em que ele se insurgia contra o facto da “máfia dos jornais” só querer era receber álbuns e fanzines de borla. Uns anitos depois, recebo em casa uma carta do moço, muito ofendido por não lhe ter enviado um exemplar do fanzine em que ele nem sequer colaborava… Creio que devia ser porque na altura era editor da colecção LX Comics da Bedeteca de Lisboa. Levou com um “hipócrita” de volta, retribuiu com um “Grunho Campos”. Foi o fim de uma bela não-amizade. Não deixa de ser giro ver, após todos estes anos, o bedófilo anónimo a clamar por exemplares gratuitos… desta vez para a Bedeteca.
É uma vergonha dupla! O Depósito Legal ser as versões espanholas e e também pelo facto do D.L. ser a única forma da Bedeteca de Lisboa receber as novidades editoriais nacionais!
Uma vergonha, realmente! As editoras, as pequenas editoras – como é o caso da Liber Impressi de Manuel Caldas, que é o visado no artigo – não oferecerem livros para a Bedeteca. O que vale é que existe o santo Depósito Legal para manter a Bedeteca abastecida de livros. Caso contrário, seria realmente vergonhoso! O bedófilo anónimo parece não ter consciência que nem todos os editores são como a Associação a que preside, que publica graças aos subsídios do Estado e ás quotas dos sócios. Há quem invista dinheiro, há quem espere retorno financeiro porque não tem um cargo público confortável para andar a brincar aos punks de secretária.Quer dizer, os editores – em particular os pequenos editores – que já têm de enviar uma quantidade absurda de exemplares para o Depósito Legal – onze exemplares (mesmo em tiragens de 500 ou menos exemplares) – não são capazes de oferecer um exemplar à Bedeteca? Realmente, é vergonhoso!
“Ai, as saudade que eu tenho do tempo em que a Bedeteca tinha fundos para distribuir e era a maior editora de autores portugueses, bons velhos tempos! Ó tempo volta para trás!” – suspira o anónimo bedófilo, sonhando com os dias da glória passada!
Esta coisa das editoras não oferecerem exemplares à Bedeteca é tramado! É um sério problema que a Bedeteca enfrenta e tema de crónica habitual do bedófilo. Todas as quintas-feiras, lá ele nos avisa se existe ou não novidades fresquinhas na Bedeteca: Existem dias em que a Bedeteca não recebe livros e são Quintas negras… Existem outras em que chegam livros, mas que não são do seu agrado.
Bah!!! Esta Quinta ainda pior que as últimas no que diz respeito às novidades que chegam neste dia da semana à Bedeteca de Lisboa! Foi só tretas comerciais de mutantes em uniformes fachos, vampiras semi-nuas, pedófilia greco-romana e pulas racistas!
É difícil agradar a este anónimo bibliotecário, que nos tempos livres (e horário de expediente) ainda tem tempo de para ser o Imperador 100 Tomates de um vasto império, onde põe em prática a sua licenciatura em gestão de fundos alheios para proveito próprio.
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O Império Farrajota:
- Chili Com Carne: http://chilicomcarne.blogspot.pt/
- MMMNNNRRRG: http://gentebruta.blogspot.pt/
- Mesinha de Cabeceira: http://mesinha-de-cabeceira.blogspot.pt/
- Feira Laica: http://feiralaica.wordpress.com
- Bedeteca Ideal: http://bedetecaideal.wordpress.com/
- Bedeteca Anónima: http://bedeteca.wordpress.com/
Quem actualiza estes blogues todos? E escapou-me algum? A piada destes blogues é ver o bibliotecário anónimo a elogiar o excelente trabalho da associação a que preside, qual Jardel da BD a falar de si na 3ª pessoa. Mas quem melhor do que nós para nos elogiar a nós próprios?
E antes que me esqueça, ainda temos os sites! O da editora do Marcos: http://gentebruta.pt.vu/ que é só uma morada de redirecionamento para a morada real: http://www.mmmnnnrrrg.chilicomcarne.com/, o que significa que quem paga o alojamento é Associação Chili Com Carne (www.chilicomcarne.com), mas como a associação que é também outros dos projectos/sites do Império Farrajota, do Imperador Marcos 100 Tomates, Farrajota de apelido. Mas sejamos honesto, a Chili ia pagar o mesmo pelo alojamento e deve lá ter espaço de sobra para alojar a editora do Presidente. Para além disso, tendo em conta a parceria que existe entre a Editora e Associação do Presidente – que apoia, obviamente, todas as edições do Presidente Bibliotecário, é uma sinergia perfeitamente natural.
Já agora, todos os associados da Chilli podem alojar os seus sites pessoais (e comerciais) no site da Associação, ou é um exclusivo do Presidente? É que não me lembro de ver essa regalia nos estatutos dos sócios da Associação…
A associação do Presidente
O presidente da Associação – bibliotecário anónimo de profissão – parece ser um Alberto João Jardim ou Pinto da Costa da BD: eterno presidente da fundação até à morte! Quer dizer se calhar exagero e o moço não é presidente da Associação há 20 anos, ou dez, ou 15 (confesso que não me dei ao trabalho de verificar), mas a Chili Com Carne e Marcos Farrajota quase que têm sido sinónimos desde a fundação da dita pelo supracitado Imperador 100 Tomates, o bibliotecário anónimo.
Este anónimo Presidente da Associação, que não é de bibliotecários, sente-se ofendido pela “bacia de patos e outra tanta péssima informação bedófila”. Contudo aqui no aCalopsia nunca nos recusamos a divulgar o trabalho da Associação, o que, aliás, até temos feito – mesmo sem informações da dita – que os autores não têm culpa do Presidente que têm. Os patos, pelo contrário, não têm problemas em enviar informações, e foram solicitadas tantas vezes como à dita associação.
Curiosamente a Associação não parece chatear-se em ser divulgada em outras bacias, onde os patos também abundam. Talvez seja por aí não se importarem em ser meros papagaios do Exmº Sr. Presidente da Associação, sem qualquer modificação ou adicção nos textos (vulgo copy-paste). Se calhar, isso é que é o conceito de boa divulgação “bedófila” do anónimo bibliotecário.
O Presidente, e a sua Associação, são criteriosos – os patos é que não! Afinal, os patos querem vender tiragens de 15 mil ou 30 mil exemplares, a Associação só quer vender 500 exemplares (por vezes em edição bilingue, ou mesmo só em inglês). Os patos são comerciais (andam atrás do lucro), a Associação é independente (excepto do Instituto do Português do Desporto e Juventude, que é quem paga a factura). Os patos pagam aos trabalhadores e os direitos de publicação que ajudam a alimentar uma máquina comercial que remunera os autores. Os patos são comercialismo bárbaro, a Associação não! A Associação (ao que consta) oferece uns exemplares aos autores e eles, se quiserem ganhar uns cobres, que vão vender as publicações, como um sem-abrigo a vender a revista Cais, com a devida diferença que um vendedor da revista Cais é capaz de receber mais que um autor editado pela Chili. Mas enfim, isto é pela arte! Os autores se quiserem guita para pagar as compras que se desenrasquem, ou emigrem para a China, que o Presidente da Associação tem (tinha?) um emprego confortável no estado para pagar as dele.
Mas, com um pouco de sorte, os autores da Associação podem vencer a angariação de sócios, disfarçada de concurso interno, da Associação que paga menos por mais trabalho que os concursos – como o do AmadoraBD – e o mesmo ou menos, que o que os autores receberiam de direitos de autor (se vendessem a tiragem) da obra editada por outra pequena editora, onde não é preciso pagar dízimo.
Temos de reconhecer o mérito do Presidente da Associação: Ao longo de mais de uma década foi capaz de internacionalizar o trabalho dos autores (a Associação edita edições bilingues), para escoar 500 exemplares; existem pacóvios que só editam em português e vendem. Mas é mais fixe fazer edições bilingues ou só em inglês!
É a ironia de uma Associação que edita um álbum sobre a emigração, em alguns casos forçada, dos seus jovens, por o Presidente estar “frustrado e impotente em testemunhar a emigração” e revoltado com os políticos que dizem alarvidades como: “o melhor que os jovens portugueses têm a fazer é emigrar”. Ora, é esta associação que vira as costas ao país e se assume impotente – como o presidente – fazendo edições bilingues minúsculas, ou mesmo em inglês, para poder sonhar em ir a Angoulême. É a Associação que foi incapaz de criar qualquer alternativa para os seus autores que não seja a emigração, que ela própria protagoniza à laia de “exportação”. Existem editoras que vão conseguindo exportar realmente os autores nacionais: mas sem abdicarem do mercado interno.
Enfim, o Sr Presidente sente-se ofendido com a “bacia de patos e tanta outra péssima informação” do aCalopsia, contudo parece incapaz de fazer algo mais que uma Bedeteca do Insulto Anónimo quando tem ao seu dispor, algo que poderia ser, uma ferramenta de divulgação mais eficaz.
O domínio e alojamento do site Bedeteca.com estão pagos e existe um funcionário que tem tempo para andar a escrever em blogues no horário de expediente. A Bedeteca de Lisboa secção Bedeteca da Biblioteca Municipal dos Olivais não tem um site activo na divulgação da BD por culpa do “Rei dos Pilaretes” ou por incompetência do bedófilo anónimo?
Instalar o WordPress – que é o CMS utilizado pelo aCalopsia e a Bedeteca Anónima – não dá assim tanto trabalho como isso e o nosso bedófilo anónimo até já tem prática de trabalhar com o WordPress para os seus fins privados.
Para quê fazer fazer mais com menos? Para quê fazer mais com os recursos que existem? O que é preciso é culpar o Presidente da Câmara! O que é preciso é pedir mais dinheiro ao Estado – apesar de já se ser um funcionário público PAGO para promover a BD e não para andar a cuspir veneno (anonimamente) sobre obras, autores e pessoas que não grama, como acontece na Bedeteca Anónima.
Mas trabalhar para quê? O moço até não tem má vida, o cargo de bibliotecário permite-lhe ter tempo para andar a passear por Portugal e Europa fora a brincar aos autores, editores, dirigentes associativos e unDjs… bem, é isso, ou o cargo de Presidente da Associação, ou ambos em conjunto. Quer dizer, é irrelevante, existem poucos profissionais da BD em Portugal, mas há mais de uma década (pelo menos) que o nosso Bibliotecário vive à conta da BD.
Mas enfim, se a Bedeteca não fosse anónima, o (quase) quarentão (mas já) ressabiado, “frustrado e impotente” bedófilo não poderia provavelmente mandar as bocas que tanto gosta. Teria de ser mais institucional, comportar-se em consonância com o estatuto de funcionário público, ou seja: não teria tanta liberdade para andar a brincar aos punks de secretária. E o Marcos Farrajota gosta disso!
Contudo, o Marcos Farrajota não é um rebelde anti-sistema, uma voz oprimida pelo sistema, é um parasita do sistema – que se alimenta do sistema – que lhe permite brincar aos independentes, do conforto do seu cargo público, com subsídios do Estado.
E quando não existe mama, o bébé chora e revela o seu lado de revolucionário de café – o funcionário público ressabiado – a cuspir veneno anonimamente. Aos 38 anos, o bedófilo Marcos Farrajota, Presidente da Associação, bibliotecário anónimo de profissão, já parece um velho de 80 anos, carpindo sobre os dias de glória passada da Bedeteca, ansiando pelo regresso da guita do Estado, como D. Sebastião de Álcacer-Quibir, para lhe devolver a relevância perdida. É a independência típica do chupista subsidiodependente, segundo o credo punkanarkista de Farrajotovisky: “Venha a mim o subsídio para eu redistribuir segundo a minha vontade… e não se esqueçam de me dar um emprego no estado – para eu viver de modo confortável!”
Menino Marquinhos, a isto chama-se espancamento com bacia de patos. Já agora, também me vais por em tribunal por te brindar com os mimos que gostas de distribuir?
Actualização: Existem alguns textos mais ofensivos para o actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa que entretanto desapareceram…
Nota: Este texto é da única e exclusivamente da responsabilidade do seu autor, não devendo ser entendido como a opinião dos restantes colaboradores, que não tem qualquer responsabilidade pelas palavras proferidas pelo autor destas linhas.
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